quarta-feira, 28 de abril de 2010

A História dos Buéda Canoka...


Numa altura em que os ventos académicos profetizavam o aparecimento de uma equipa de futsal, que traria de novo o gosto de toda uma geração pela modalidade, surge em 1999 um grupo de jovens que viriam a ultrapassar este prenúncio, tornando-se num ícone de tudo o que de bom se reclamava dos torneios promovidos pela FEP.

A história dos Buéda Canoka extravasa o futebol e foi a consequência lógica de uma amizade que ligou esse jovens que entraram na Faculdade no ano acima mencionado. A expressão “Buéda Canoka”, proferido pela primeira vez pelo seu eterno presidente André Fróis, durante umas férias no Gerês, tornar-se-ia mais do que um nome para uma equipa, mas uma forma de encarar a vida face as diversas dificuldades que todos passaram no decorrer dos anos que os juntaram.

Desportivamente, os elementos que viriam a formar a equipa Buéda Canoka fizeram parte de uma equipa em 2000/2001, os AEKengalheiros e no ano seguinte, após o fim desta equipa, decidiram manter muitos destes jogadores e formar a derradeira equipa.

Que melhor nome atribuir senão a expressão que caracterizava muitos daqueles jogadores, Buéda Canoka. Os elementos da formação inicial viriam a manter-se por alguns anos seguidos, sensivelmente até 2004/2005 mas a equipa foi-se mantendo até hoje.

Não existe um registo de quais os jogadores que passaram pelos Buéda Canoka mas em baixo fica alguns conhecidos não esquecendo outros que acompanhavam a equipa.

Manu
Coimbra
Nélson “Cabelo”
Zé Mário
Dani
Vilela
João

Patrick
Comuna
Amândio
Fábio
Banana
Bruno “Moraes
Nuno Machado
António “Tsunami
Vareta “Polaroid
Vinha
Hélder “Sócio
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André Fróis - Presidente
Carlos – Staff
Ricardo - Staff
Mónica - "Cheerleader"



No prólogo de uma vida bem diferente daquela que todos partilharam, mantém-se o espírito de união que os caracterizava e ainda hoje espalham, onde quer que estejam, algo que os franceses apelidaram de “joix de vivre”. E é esta alegria de viver que todos eles levaram a quem os conheceu e que por sua vez os tornaram também membros desta família.

Assim é justo dizer, todos somos “Buéda Canoka”.

Amândio Nunes (Gestão - 1999)

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